terça-feira, 9 de outubro de 2007

Are you ready to jump? (E sem desculpas de ausência)
























Porque às vezes o universo joga ao nosso favor!

Queridos não tão imaginários leitores, desculpem minha ausência (contradizendo o titulo deste post), mas as últimas semanas foram bem agitadas em vários campos da minha vida neurótica!
Calma, muita calma... Não vou excluir vocês dos meus momentos importantes!

Tenho duas teorias nessa vida (entre muitas outras) de que: a minha vida volta a funcionar depois de agosto e a outra é de que quando uma coisa boa acontece na sua vida, o pensamento positivo (vide “O Segredo”) atrai mais coisas positivas para a existencia neurótica!

Tudo começou há três semanas atrás quando eu citei-vos de que tinha arrumado um emprego. Tudo bem que não é O emprego, mas ta pagando as contas. Mas as coisas não param por ai...

Ao acaso do destino (e como eu amo o destino) conheci um tipo de homem ainda indecifrável, nem Big, nem Mcsomething, mas um homem que no segundo encontro me diz que não possui medo de compromisso e que pensa no sistema a lá Sex and the City de relações: Se conhece se gosta se beija, se namora se diz que ama, se mora junto, se adota criancinhas geneticamente desfavorecidas, se cria crianças geneticamente desfavorecidas para virarem as costas para os pais gays, se morre, se enterra, se vive o amor alem da vida...
E o melhor de tudo é que perto dele eu consigo ser eu mesmo, com uma pitadinha de cinismo e humor sarcástico.

Pronto! Vocês pensam que eu tenho tudo: Um emprego não tão legal e um possível Mcboyfriend... Vocês estão enganados!

Hoje eu finalmente reconheci que o universo se cansou de me maltratar um pouco e esta me pagando pelos dois últimos anos de relacionamentos deturpados e empregos de 5ª.

Hoje eu conquistei um emprego descente que paga bem por aquilo que eu gosto de fazer (alem de escrever e ficar sentado na sala de casa tomando tequila) que é ser Barman (repare que a tequila esta envolvida na minha profissão).

Agora sim, eu tenho quase tudo: Um emprego legal e um possível mcboyfriend que será citado em post mais pra frente!

Fica a dica que: em todo esse processo de conspiração favorosa do universo, minha trilha sonora foi: Jump – Madonna.

Puro luxo da montanha,

Beijos de um Kio inspirado pelo futuro sucesso!

PS: Chega de ser negativo e ter cabelo estranho!
PPS: Sou um Kio positivo e amanhã eu corto o cabelo!
PPPS: Troquei ate de marca de cigarro pois agora eu sou uma pessoa saudável e quero emagrecer – Estou fumando cigarro light e comendo salada todo dia!
PPPPS: Já justifico próximas ausências: Gente, to ocupado trabalhando igual uma vaca leiteira!

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Old times

Quando eu era pequena ficava satisfeita com um cd do N'sync. Meu reino por um cd do N'sync. Ou do Five. Você lembra do Five? Acho que eles lançaram um único cd.

Eu também ficava feliz com posters do Leonardo DiCaprio. Era uma época meio febre do loirinho, um pouco antes de Titanic se não me falha a memória. Depois do filme a coisa ficou um pouco pior...

A disputa era entre qual menina da escola tinha mais recortes de jornal e/ou revista com o rosto do belo estampado. Lembro de ir com uma amiga até a banca, na maior chuva, de Havaianas, só porque tinha chegado uma nova revista-poster do Leo.

As duas, alucinadas, sairam no meio do temporal. Não sei como lembramos de levar o guarda-chuva. E como tinha poster na frente e no verso, é lógico que compramos 2 exemplares, pra pregar mais duas fotos do bonitinho no quarto.

E era assim: uma pasta cheinha de fotos, um quarto cheinho de posters. E um coração cheio de felicidade.

Como já citei em outro post..eu também consegui namorar o cara mais McXuxu do ginásio e ficar feliz pelo simples fato dele ter participado da minha vida. É...era bom ser menos exigente. Parece que com o tempo adquiri muitos conhecimentos, mas perdi minha iluminação e emburreci emocionalmente. Apesar da fixação que perdura por um dos integrantes do extinto N'sync, hoje eu não queria ser apaixonada por boys band ou super stars hollywoodianos. Mas bem que eu poderia ter algum vício que o dinheiro pudesse comprar numa banca, numa loja ou num bar.

Eu bem que poderia cair de amores por minha bela Absolut Vanilla...Ela é sofisticada, saborosa, me deixa feliz, além de ser um luxo só...E está sempre à minha disposição.

Que pena...

Beijo da Lola

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Divagando sexta a noite


Ontem foi ao ar nos EUA o 2o episódio da 4a temporada desta série que é a favorita dos neuróticos: Grey's Anatomy.


Foi esta querida que deu origem aos termos McDream e derivados. Ela, sem dúvida, tem grande influência em nossas vidas.

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Meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) foi sobre cinema e educação. Em uma parte do trabalho falo sobre a identificação-projetiva do espectador com o que ele vê na tela. E essa é uma das razões pela qual o cara "entra" na viagem do filme. Algo parecido já aconteceu com ele, então ele acha o máximo e vai com tudo. Bem mal e porcamente resumido é isso...

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A fixação pela série deve, certamente, influenciar de leve alguns dos meus comportamentos neuróticos. Mas a identificação-projetiva que rola comigo em Grey's Anatomy é realmente impressionante. Não é algo parecido que já aconteceu. É algo exatamente igual que está - no gerúndio mesmo - acontecendo. E essa "coincidência" já aconteceu em vários muitos diversos episódios.

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Já contei aqui que os episódios começam e terminam narrados por Meredith Grey, falando sobre o tema do episódio.

Tema/Título do episódio: Love-Addiction.

Narração inicial:

"In the hospital, we see addiction every day. It's shocking how many kinds of addiction exist. It would be too easy if it were just drugs and booze and cigarettes. I think the hardest part of kicking a habit is wanting to kick it. I mean, we get addicted for a reason, right?

Often, too often, things that start out as just a normal part of your life at some point cross the line to obsessive, compulsive, out of control.

It's the high we're chasing, the high that makes everything else fade away".


Final:

"Still, they say you don’t kick the habit until you hit rock bottom, but how do you know when you’re there? Because no matter how badly a thing is hurting us, sometimes letting it go hurts even worse".

E estas são apenas algumas das semelhanças do episódio com a minha vida. Se eu fosse citar tudo, eu teria que achar o roteiro na íntegra.

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Pode ser que eu assista muito Grey's Anatomy e isso me influencie. Mas pode ser que eu assista muito Grey's Anatomy porque é simplesmente minha vida roteirizada.


Por hora, me despeço.


Beijo da Lola com saudade do Kio.




terça-feira, 2 de outubro de 2007

Imediatismo pouco é bobagem!

É mais rápido baixar uma música do que encontra-la pelo "Pesquisar" no meu computador.

Conclusão: eu tenho vários arquivos de música iguais.

Não tenho saco de esperar o "pesquisar" procurar por todas as pastas aleatoriamente criadas em qualquer lugar do meu pc para guardar todo tipo de música - sem nenhuma lógica de organização ou etc - então já ligo de cara o Limewire e baixo aquela que desejo ouvir naquele exato momento.

E depois reclamo que não tem mais espaço!

São os tempos modernos...

Uma infinita coleção de figurinhas repetidas.

Mas quem manda não ter paciência...?

Sem mais divagações, trocadilhos, ironias e sarcasmos - por enquanto!

Beijo da Lola

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

"É dois amor por um real"

"...moça bonita não paga mas também não leva. Leva cinco e paga seis..."

Me desculpem pelo lugar comum, frases feitas, clichês e derivados...mas eu preciso mandar um recado aos desavisados.

Amor não se pede, muito menos implora. Amor é conquistado. Amor vem com o tempo.

Pro amor nascer é preciso ser cativado. É preciso cativar.

Amor não é algo que humilha. Não é algo que exige. Não é algo que pergunta. E principalmente: não é algo forçado.

Se você precisa pedir, implorar, se humilhar, exigir, forçar, perguntar ou mais outros termos derivados...um bom conselho é "se liga e cai fora!".

É verdade que eu pastei um pouco pra descobrir estas cositas. Mas como sou uma pessoa de bom coração, vou dividi-las com você, pra economizar seu tempo e sua dignidade!

Um pouco inspirada por acontecimentos de mi vida e um outro pouco inspirada pelo post da Ana Paula, no "Somos todas umas vacas"...lá vai:


Hoje em dia é tudo tão "fast food"... As pessoas desistiram de esperar. Compramos pela internet pra não ter que esperar na fila do caixa, pagamos pela internet, pra não ter que esperar na fila do banco. Nas baladas, como a Ana disse, é só "escolher, esticar a mão e puxar uma". Bem simples, fácil, rápido. Não requer prática nem habilidade.

A pressa é geral...mas assustadora mesmo é a pressa louca de encontrar alguém pra amar. Virou uma obsessão. Amar virou compulsão gente!

Ah para! Não é assim não. Ninguém procura amor, meu povo!

Amor é uma coisa que você encontra, tipo nota de 50 reais na calçada. É na sorte, meu bem. Ou então você acha guardado num bolso da calça esquecida. Sempre esteve ali, mas você não sabia.

Mas é assim, no susto. Sempre.

Então não peça amor. Não me peça amor. Porque aqui não vende isso não.

Beijo da Lola, xuxus!