terça-feira, 24 de junho de 2008

Um pesadelo chamado São Paulo Fashion Week – Capítulo I

Como a semana da moda pode acabar com sua paz interior, sua dignidade e com algumas boas amizades também!

Fim de maio ou começo de junho. A data não importa muito. Foi quando uma simpática proprietária de loja em Lego City ofereceu 4 lindos convites do SPFW para uma grande amiga minha e idealizadora de um dos projetos para os quais eu trabalho. (Neste caso, a empreitada se chama Movimento Fashion, é um suplemento sobre moda dentro de uma revistinha local).

Tá certo então. Todo mundo ficou muito feliz, porque seria a primeira vez em muitos anos de comparecimento ao evento que todos os participantes estariam portando convites.

Eu nunca tinha ido, pois defino as diretrizes da minha carreira neste momento, porém, essa minha amiga e as outras pessoas convidadas já estão envolvidas com moda há algum tempo, sendo freqüentadores tradicionais do evento.

Pois bem. Uma semana para a viagem. Preparativos para o Fashion Week? Nenhum, ora. Pra que se preocupar? Pra que se cadastrar como imprensa, pra que garantir convites com assessorias das marcas, pra que, se já existiam quatro lindos convites nos esperando numa linda loja na Oscar Freire???

A única preocupação que rondava a cabeça dos futuros visitantes da Bienal era a roupa com que iríamos nos apresentar frente a maior comunidade fashionista do Brasil. Mas devido à falta de “tempo”, ninguém foi lá muito fashion mesmo... a preocupação teve uma morte súbita, por ausência total de recursos.

Então as preocupações giravam em torno da data escolhida para visitar a grande São Paulo. Resolvemos que um belo dia o sábado, 21, e ficaríamos até domingo, quando haveria o esperado desfile da Colcci com a nossa amiga Gisele.

Tá. E continuando a linha do tempo...dia 16 tive que avisar minha amiga de que não poderia viajar com eles, pois teria uma prova no domingo. Então, alguns dias depois ela disse que não haveria problema algum em irmos na sexta e voltarmos no sábado. “Desculpe Gi, não poderemos te ver dessa vez! Sorry dear!”.

A amiga me ligou na quarta à tarde ainda, pedindo para que eu jurasse que iria honrar o compromisso. E eu disse pra ficar tranqüila. Sexta estaríamos lá. Mas teríamos que voltar no sábado a noite, sem negociação.

E daí foi só alegria? Não, caros amigos. Ainda tem muito mais...

Beijo da Lola

terça-feira, 17 de junho de 2008

So cliche

Acabei de assistir "Life or something like it" (Uma vida em sete dias).

Eu já tinha visto há muitos anos. Antes de virar jornalista, um amigo me disse que tinha assistido e lembrado de mim. Fiquei curiosa.

Hoje até senti melhor a semelhança do que há alguns anos. Anos depois acabei virando uma jornalista obcecada por trabalho, mas isso não vem ao caso agora porque já comentei isso agorinha mesmo. Porém, as verdadeiras questões que me incomodam no filme são:

- Por que raios fizeram aquilo no cabelo da Jolie??? Pra que colocar a mulher mais linda da história de capacete num filme?

Os caras conseguiram deixar a mulher feia. Ou pelo menos com cara de comum. E tudo isso pra que? Qual é a idéia que essas pessoas tem de jornalista?!?!?

- Por que toda vez as mulheres precisam escolher entre ter uma vida ou uma vida amorosa??? Alguém pode me explicar??? Hein???


(Lola)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Diversão garantida!

Primeiro de tudo:

Saindo do forno, o blog do meu GREAT friend, que acredito que deseja permanecer no anonimato: MIM NEM LEU. Se você gosta de neuróticos modernos, vai amar o "Zé" (chamemos assim o meu great anonimous friend). Modéstia às favas, ele afirma que este bloguezinho mequetrefe o inspirou.

Descrição do "produto": "Tudo o que você não precisa saber. Comentários sobre tudo que é irrelevante para sua vida". Precisa falar mais alguma coisa?

Esse é o blog do (meu) momento. Espero que ele escreva sempre. O link já está no "outros livre-pensadores".

Em segundo lugar, vamos de Notívaga Incurável. Meu amigo Rodolfo, condolecido com meu tédio matinal, e diante da possibilidade de que sua amiga (eu) caísse no sono em sua mesa de trabalho, resolveu me mandar esse link, onde tem uma brincadeirinha muito legalzinha, que me entreteu por muitas horas.

A dona do blog diz que colou o post de um blog que entrou por acaso. Então acho que não tem problema colar aqui também.

Crie sua própria Rock Band!


1) acesse esse site e veja o título da primeira página aleatória que aparecer, será o nome da sua banda.

2) vá pra essa outra: as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse essa página do flickr e veja a terceira foto: não importa qual seja, será a capa do seu disco.

Preciso contar que agora eu tenho várias bandas??? Depois de seguir os passos, eu fui montar as capas dos CDs, que divido aqui, com vocês, meus queridos e não-queridos leitores. (Zé, emprestei!)

E se quiser que eu faça a capa do seu CD, pode pedir. É só mandar os nomes e a foto!

Beijos da Lola!



Banda: Banksia Littoralis



Banda: Stoned




Banda: Ghent (essa não é minha, é do Rodolfo. Mas a capa é minha!)




Banda: Flodafors

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Deixa a menina trabalhar em paz, pô!

Não sei quem é o maior culpado por minhas neuroses. Eu mesma ou meu terapeuta?! Hoje é essa a dúvida que vai dormir comigo...

Hoje fui lá bater um papo com o meu querido "desneurotizador", desabafando sobre minha quantidade enlouquecedora de trabalho. Não querendo competir com a rotina da Suzana Werner na Itália (veja no Te Dou Um Dado?), mas tá foda...

E eis que o cara me pergunta "Mas por que você está procurando tanto trabalho?".

Gente. Como assim??? Alguém no mundo pode se dar ao luxo de não procurar muito trabalho???
Tipo assim, se tiver como eu vou ADOURAR ficar sem fazer nada. Ou pelo menos dormir mais cedo. Acordar mais tarde. Almoçar antes das 18h. Sei lá. Tanta coisa legal pra fazer em vez de trabalhar...

Mas o cara encanou com a minha "procura" por trabalho. Talvez por ter uma vida afetiva frustrada? Cláaaro né, beibe! Se eu tivesse um Josh Holloway na minha vida, é claro que eu ia dizer um não pra alguma oportunidade exploradora de trabalhar como um camelo pra ganhar 100 reaus. Mas não tem. Então pra que resistir né, gente???

O que eu não entendi foi: "Qual é o problema exatamente, mesmo?".

Se é um cara trocando a vida social e tudo mais pra ser um alguém na vida, isso é absolutamente normal. Na verdade, é perfeitamente normal o cara que deixa a namorada de lado pra morrer de trabalhar. E eu, super feliz e solteira, tenho que ficar pobre???

Com que dinheiro vou pagar meus luxos se não fizer umas reportagens non sense por vintão?

Valha-me Deus. Não entendi mesmo. To aqui até agora tentando compreender o que tem de mais eu trabalhar demais...

Eu devia ficar em casa me descabelando porque não tenho namorado pra me comprar um presente? Mas por que, se eu posso comprar o que eu querê? E apenas um adendo: acho que amor não se procura. Amor se encontra. Então o que eu devia fazer? Sair na rua desesperada procurando um cara bonito, inteligente, educado, gentil, que goste de música, cinema, livros e conversas infinitas sobre filosofias mequetrefes, quando na verdade estou ganhando dinheiro para poder viajar e fazer cursos onde poderei encontrar pessoas que já estarão pré-selecionadas naturalmente???

Não sei se foi só pra me deixar meio louca que ele levantou uma reflexão sobre isso. Não sei se foi uma coisa meio machista ou se foi algo meio "terapeuta style". O fato é que eu sigo uma das boas filosofias do orkut: "Não fique triste. Fique rica". E apesar de não concordar com a descrição da comunidade, eu acredito no ideal!

Um beijo da Lola muito revoltada com os questionamentos do terapeuta

terça-feira, 10 de junho de 2008

Don't you shiver?

On and on
From the moment I wake,
To the moment I sleep,
I'll be there by your side,
Just you try and stop me,
I'll be waiting in line,
Just to see if you care.

(Lola) - (Ah vá! E tem outra pessoa que posta aqui?)