Pessoas queridas e não queridas,
Eu sei que preciso postar. A minha vontade de escrever é uma coisa maior do que eu. Parece que eu abandonei um filho quando penso que só postei 5 vezes em 2009. Mas amigos e não amigos, eu não tenho tempo. Não tenho internet. Não tenho casa.
Então tive a idéia de fazer um top 5. Tipo um reprise do Jô quando ele tá de férias? Então...
Mas eu preciso de tempo pra procurar os textos que eu mais gosto. Se vocês quiserem podem ajudar, sugerindo o texto que vocês mais gostaram!
Por hoje é só, pessoas!
Beijo saudoso da Lola
quarta-feira, 8 de abril de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Tá tudo explicado
Quando eu e meu querido Kio tomamos a decisão de batizar o blog com esse nome, eu não sabia que na verdade dava início ao que poderia chamar hoje de maldição. Sim. Por que? Explico.
A princípio a idéia era reclamar de nossas neuroses amorosas, nossos conflitos internos, nossas crises existenciais e etc. Mas com o passar do tempo, acho que os deuses entenderam que a neurose era com a modernidade. E aí eles me castigaram.
Sim, essa é a minha nova tese mequetrefe. Desculpa a viajada, mas eu preciso encontrar uma razão pro ódio das coisas modernas para com a minha pessoa.
Só atualizando, para depois avançar a história: o meu problema no notebook foi resolvido. Por outro lado, ninguém me ligou da Sony, como prometeram, para dizer se posso trocar o celular que eles escolheram pra mim. Mas eu estou começando a me conformar, porque está difícil viver mudando de chip de 5 em 5 minutos. Algo me diz que isso ainda vai fazer meu celular explodir.
Continuando...: Depois de muitos meses sem internet, consegui, após muitas assembléias ordinárias e extraordinárias em casa, convencer todas as duas pessoas que moram comigo a instalar uma linha telefonica e uma internet rápida. Aí, como nada é fácil nessa vida, a empresa me contou que eu não posso colocar os dois serviços assim, de uma vez. Precisa instalar o telefone e esperar até 2039 pra conseguir instalar uma banda larga.
Como eu já cansei de brigar com empresas de celular, telefone e etc, resolvi aceitar...porque afinal, finalmente teria minha tão sonhada internet - mesmo que não fosse uma coisa imediata, pelo menos havia uma perspectiva de que em um belo dia ensolarado, um cara muito bacana ia fazer com que meu lindo notebook se conectasse novamente ao fantástico mundo virtual.
Eis que, 12 dias depois (eles prometeram 7) chega uma carta me dando parabéns, e afirmando que minha linha telefonica estava instalada. A instalação interna já estava feita...então era só ligar o tel na tomada certo? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao. Claro que não. Liga na tomada e vai lá ver se funciona...
Aí eu pego o celular - que um dia vai explodir com a troca de chips - e ligo pra empresa de telefonia pra dizer que a coisa não deu certo. Depois de 20 minutos no telefone, a minha colega de apê resolve ligar para o número de telefone que chegou junto a carta, dizendo-se nosso, com a finalidade de ouvir a mensagem "Este telefone não existe" e para que, posteriormente, eu pudesse gritar "rá! tá vendo, não existe!"para aquela pessoa tãaaao inteligente que me atendia pelo telefone.
Porém....o telefone existe sim. Uma criança atendeu e chamou minha amiga de "vovó". Pensamos que podia ser uma incrível ligação para o futuro, quando minha amiga resolveu pedir pra criança chamar o pai dela e descobrimos que a linha existe há 3 meses e eles também tiveram problemas com o número na época da instalação.
Aí fui explicar a situação para a garota-gênio-do-atendimento e ela me transferiu pro setor de cancelamento. No setor de cancelamento me disseram que eu não posso cancelar meu contrato. Preciso cancelar o número de telefone. Mas se eu cancelar meu número de telefone na verdade estarei cancelando o número de telefone de uma família que nada tem com o meu problema.
Então, até agora eu não tenho telefone. Tenho uma linha pseudo-instalada, com um número misterioso, que nem a Telefônica sabe qual é. E eles ainda tentaram me convencer a esperar pelo reparo - que leva até 48 horas - e continuar o contrato.
Ah colega, não sei porque...mas acho que não vale a pena né?!
Então gente...respondam à enquete: a tecnologia me odeia ou é o mundo tecnológico que está muito mequetrefe?
Ficaadúvida.
Beijonãomeligaporquenãotenhotelefone!
A princípio a idéia era reclamar de nossas neuroses amorosas, nossos conflitos internos, nossas crises existenciais e etc. Mas com o passar do tempo, acho que os deuses entenderam que a neurose era com a modernidade. E aí eles me castigaram.
Sim, essa é a minha nova tese mequetrefe. Desculpa a viajada, mas eu preciso encontrar uma razão pro ódio das coisas modernas para com a minha pessoa.
Só atualizando, para depois avançar a história: o meu problema no notebook foi resolvido. Por outro lado, ninguém me ligou da Sony, como prometeram, para dizer se posso trocar o celular que eles escolheram pra mim. Mas eu estou começando a me conformar, porque está difícil viver mudando de chip de 5 em 5 minutos. Algo me diz que isso ainda vai fazer meu celular explodir.
Continuando...: Depois de muitos meses sem internet, consegui, após muitas assembléias ordinárias e extraordinárias em casa, convencer todas as duas pessoas que moram comigo a instalar uma linha telefonica e uma internet rápida. Aí, como nada é fácil nessa vida, a empresa me contou que eu não posso colocar os dois serviços assim, de uma vez. Precisa instalar o telefone e esperar até 2039 pra conseguir instalar uma banda larga.
Como eu já cansei de brigar com empresas de celular, telefone e etc, resolvi aceitar...porque afinal, finalmente teria minha tão sonhada internet - mesmo que não fosse uma coisa imediata, pelo menos havia uma perspectiva de que em um belo dia ensolarado, um cara muito bacana ia fazer com que meu lindo notebook se conectasse novamente ao fantástico mundo virtual.
Eis que, 12 dias depois (eles prometeram 7) chega uma carta me dando parabéns, e afirmando que minha linha telefonica estava instalada. A instalação interna já estava feita...então era só ligar o tel na tomada certo? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao. Claro que não. Liga na tomada e vai lá ver se funciona...
Aí eu pego o celular - que um dia vai explodir com a troca de chips - e ligo pra empresa de telefonia pra dizer que a coisa não deu certo. Depois de 20 minutos no telefone, a minha colega de apê resolve ligar para o número de telefone que chegou junto a carta, dizendo-se nosso, com a finalidade de ouvir a mensagem "Este telefone não existe" e para que, posteriormente, eu pudesse gritar "rá! tá vendo, não existe!"para aquela pessoa tãaaao inteligente que me atendia pelo telefone.
Porém....o telefone existe sim. Uma criança atendeu e chamou minha amiga de "vovó". Pensamos que podia ser uma incrível ligação para o futuro, quando minha amiga resolveu pedir pra criança chamar o pai dela e descobrimos que a linha existe há 3 meses e eles também tiveram problemas com o número na época da instalação.
Aí fui explicar a situação para a garota-gênio-do-atendimento e ela me transferiu pro setor de cancelamento. No setor de cancelamento me disseram que eu não posso cancelar meu contrato. Preciso cancelar o número de telefone. Mas se eu cancelar meu número de telefone na verdade estarei cancelando o número de telefone de uma família que nada tem com o meu problema.
Então, até agora eu não tenho telefone. Tenho uma linha pseudo-instalada, com um número misterioso, que nem a Telefônica sabe qual é. E eles ainda tentaram me convencer a esperar pelo reparo - que leva até 48 horas - e continuar o contrato.
Ah colega, não sei porque...mas acho que não vale a pena né?!
Então gente...respondam à enquete: a tecnologia me odeia ou é o mundo tecnológico que está muito mequetrefe?
Ficaadúvida.
Beijonãomeligaporquenãotenhotelefone!
Neurótisses
Coisas que não podemos ter,
Maldições,
Modernidades,
Teoria ou Tese Mequetrefe
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Desabafos de uma Lola-Loser
Esse deveria ser meu novo nome do momento. Estou me sentindo um verdadeiro fracasso no campo emocional.
Muitas pessoas costumam me pedir conselhos. Algumas pessoas da família chegaram a encorajar um curso de psicologia.
E toda essa "inflada" na bola que me deram, me fez acreditar que eu realmente conhecia bem as pessoas. Mas algumas coisas tem aparecido na minha frente, gritando e vestidas de gorila, me mostrando que eu não sei quase nada.
Por exemplo o caso do doido que saiu comigo por alguns meses, sem que eu tivesse o menor conhecimento sobre o assunto. Sabe aquela coisa de jardim de infância? "Eu namoro com ela, mas ela não sabe". O meu caso foi parecido. O bacanissímo espalhou que saia comigo para os quatro cantos e eu nunca tinha saído com ele.
Ele era meu amigo. Corrigindo: eu achava que ele era. Confiava no cara, saia pra conversar e tal. Virou um confidente, uma pessoa com quem eu contava logo que mudei de cidade - e tudo parecia um outro planeta. Eu até percebi que rolava um clima, mas achei melhor deixar as coisas como estavam, já que eu estava fechada para balanço e ele não parecia muito decidido em seu campo amoroso também.
Depois que nos afastamos, fiquei sabendo que ele espalhou que saia comigo. A gente pensa que conhece alguém. Coloca essa pessoa no seu círculo de confiança. E aí acontece uma coisa desse tipo.
Isso aconteceu já faz um tempo. E é só um exemplo de confiança-mal-aplicada. E eu só vim falar sobre isso porque essa semana aconteceu outra coisa que me fez lembrar como eu não sei apostar muito bem.
Ainda bem que tem alguns amigos, aqueles bem poucos, com quem a gente nunca precisa deixar de contar. (Mas nem por isso estou me sentindo menos loser neste instante)...
Muitas pessoas costumam me pedir conselhos. Algumas pessoas da família chegaram a encorajar um curso de psicologia.
E toda essa "inflada" na bola que me deram, me fez acreditar que eu realmente conhecia bem as pessoas. Mas algumas coisas tem aparecido na minha frente, gritando e vestidas de gorila, me mostrando que eu não sei quase nada.
Por exemplo o caso do doido que saiu comigo por alguns meses, sem que eu tivesse o menor conhecimento sobre o assunto. Sabe aquela coisa de jardim de infância? "Eu namoro com ela, mas ela não sabe". O meu caso foi parecido. O bacanissímo espalhou que saia comigo para os quatro cantos e eu nunca tinha saído com ele.
Ele era meu amigo. Corrigindo: eu achava que ele era. Confiava no cara, saia pra conversar e tal. Virou um confidente, uma pessoa com quem eu contava logo que mudei de cidade - e tudo parecia um outro planeta. Eu até percebi que rolava um clima, mas achei melhor deixar as coisas como estavam, já que eu estava fechada para balanço e ele não parecia muito decidido em seu campo amoroso também.
Depois que nos afastamos, fiquei sabendo que ele espalhou que saia comigo. A gente pensa que conhece alguém. Coloca essa pessoa no seu círculo de confiança. E aí acontece uma coisa desse tipo.
Isso aconteceu já faz um tempo. E é só um exemplo de confiança-mal-aplicada. E eu só vim falar sobre isso porque essa semana aconteceu outra coisa que me fez lembrar como eu não sei apostar muito bem.
Ainda bem que tem alguns amigos, aqueles bem poucos, com quem a gente nunca precisa deixar de contar. (Mas nem por isso estou me sentindo menos loser neste instante)...
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Constatação nº 5738
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