terça-feira, 19 de maio de 2009

Novos velhos problemas tecnológicos

Notícia na Folha de SP: Garoto "magnético" trava computadores da escola (http://www.folhadeseupaulo.com/2008/03/eua-garoto-magntico-trava-computadores.html)

De acordo com a notícia, publicada em março, o tal Joseph Falciatano tem problemas para usar aparelhos eletrônicos. Ainda segundo a matéria, se o garoto passasse a usar um aparelho antes utilizado sem problemas por outro aluno, em seguida ele começava a falhar.

Alguma semelhança com a dona deste blog?? Hein? Hein???

Só pra constar: Meu celular (que tem cerca de 4 meses) tem problemas. A luz da seta do meu carro (que tem apenas 3 meses) queimou. O HD do meu notebook (que acabou de completar um ano, com pouco uso pois não tenho net em casa) está pifado. Quando tentei usar o computador do escritório, ele também começou a travar.... Mais alguma coisa que os leitores lembrem?

Acho que eu preciso fazer alguns testes com o dr. Kelly Robinson. Será que esse tal de Joseph tem orkut, msn, myspace, etc? Se alguém souber, me avisa!

Beijo da Lola magnetizada


PS: Ainda bem que meu cartão de crédito nunca deu problema!
PS2: Aí, pronto. Só falta ser esse o próximo caso de problemas magnéticos/elétricos da dona Lola.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

yeah baby, I'm back!

porque todo bom neurótico nunca abandona a neurose!

Olá fieis leitores deste blog!

Eu voltei. E não voltei no estilo "neuroses tecnlógicas". Agora é old school. Vamos começar a nova teoria mequetrefe que é:

O início da neurose

Bem galere, é o seguinte: Você começa a se relacionar com uma pessoa legal. Claro que há problemas. Sempre tem problemas, diferenças, etc. Mas vocês administram com toda a graça e leveza do universo.

Aí, por exemplo, você não tem muita afinidade com os amigos dele, mas nunca o proibiu de sair com eles. Nem fez manha, nem fez bico, nem fez cara feia e derivados.

Eventualmente - bem eventualmente - ele acaba saindo com os amigos. Você prefere ficar em casa. Ou então ele sai com os amigos quando você viaja. Até aí tudo bem, certo? Tudo caminha como deve ser. Até que... (trilha sonora macabra mode on)...

Ele resolve mentir. Sim, do nada, o cara inventa alguma coisa. Ele prefere dizer outra coisa que não é a verdade, total verdade verdadeira. Ele diz que estava fazendo prova, por exemplo, quando na verdade estava no bar com os amigos.

A garota, ao sentir o cheiro de inverdade no ar, inevitavelmente ativa o neurotic mode. Começa olhando o celular para ver se encontra ligações e SMSs que comprometam seu amadinho. E aí, como todos sabem (clichê mode on) quem procura acha. Pode ser tanto uma simples saidinha com os amigos...como pode ser uma traição. Mas aí pronto. Já foi plantada a semente da dúvida.

E aí, quem sabe responder o que isso cria?

Acho que toda mulher sabe que uma mentira gera insegurança. Se você é meio descompensada e briga com o cara toda vez que ele vai beber uma cerveja com os amigos, não vale. Ele mente pra você porque você é chata. Mas se você sempre leva numa boa e ele mente, o que acontece?

A cabeça começa a ferver se perguntando "por que? por que meu Deus? por queeeeeeeeeeeee????" e assim segue.

E a verdade é que aí é o começo da neurose caríssimos. É aí que o bichinho começa a ganhar vida, e crescer, crescer e crescer!

Uma mentirinha inocente pode ser só uma mentirinha inocente para a pessoa que a conta. Mas na cabeça de quem recebe isso - principalmente se for um dos nossos neuróticos -, cria-se uma imensa teoria. E infelizmente queridos, a coisa começa a complicar.

É só o simples começo de tudo. Há os níveis de neurose, é claro. Simples, Moderado, Avançado, Insuportável e muito mais. Se a pessoa tiver um bom auto-controle, ela consegue manter uma "desconfiança saudável e sob controle". Mas sabemos que isso não é um caso muito comum...

Por isso eu peço aos amigos e não-amigos leitores que não plantem a semente da dúvida. Se não der pra falar a verdade, por favor, não deixem rastros.

Ficaadica!

Beijos da Lola, neurótica forever.

terça-feira, 14 de abril de 2009

É o fim do mundo...

Ok. Vamos assumir. O blog foi abandonado e blablablá. A lista de links favoritos está completamente desatualizada. O layout já cansou e tudo mais. Mas eu preciso postar e não vai dar tempo de arrumar tudo que não está certo aqui dentro. É uma coisa ou outra. Então vamos ao post de hoje que se chama

É o fim do mundo...

Fomos - eu e minha amiga - cotar uma impressão de um jornal. Um projeto paralelo, no meio de tantos outros projetos paralelos nos quais eu inventei de me enfiar.
Nós, projetos de marinheiras de primeira viagem, tentando descobrir o preço de uma tiragem de X exemplares.
A medida em que as pessoas faziam as perguntas sobre o projeto, íamos respondendo.
"Tipo do papel?" "Gramatura?", "Tamanho?", etc, etc...

Depois o povo ficava de me mandar o orçamento por e-mail e beleza, tudo lindo.

Daqui a pouco toca o telefone no escritório e eu atendo: "ONG Origem, boa tarde". E o cara legal diz: "Hã? O que é isso?"

Antes que eu tivesse tempo de explicar, ele já me perguntou, em um tom pouco cordial, se eu é que tinha ligado lá mais cedo pra pedir orçamento.

Eu disse que sim e ele me encheu de perguntas. Eu repeti algumas respostas que havia dado anteriormente, e ele continuo perguntando outras coisas. Eu fui respondendo o que sabia e pedindo também a orientação dele, profissional da área, que deveria saber um pouco mais do que eu, certo?

Claro que não né. Como o caro leitor já sabe, as coisas nunca são simples por aqui.

Daqui a pouco o rapaz queria o meu projeto pronto pra que pudesse fazer um orçamento. E eu tive que responder que meu projeto só estará pronto depois que eu tiver todos os orçamentos de todas as etapas em mãos. Preciso saber o valor de tudo pra saber se vou ter dinheirinhos para pagar certo?

Para o senhor simpático com quem eu estava ao telefone, não estava certo não. Ele queria saber de onde eu tinha tirado aquele tamanho. Como eu sabia a gramatura do papel. Por pouco não me pergunta quem eram meus pais. Tudo num tom muito nada cordial. E enquanto eu tentava explicar o que era o meu projeto, ele me interrompia constantemente.

Eu disse que não estava entendendo porque ele parecia estar bravo comigo. Ele disse que precisava dessas informações para fazer o que eu estava pedindo. Eu já tinha começado a achar aquilo tudo muito estranho, e disse que outras gráficas haviam me passado um orçamento sem eu precisar apresentar um projeto final para elas - (e meu cpf, rg, habilitação, declaração do imposto de renda, histórico escolar, etc e tal).

Ele me perguntou se estava falando em árabe comigo. E eu achei que tinha sido o suficiente. Disse que não precisava dos serviços dele, e que iria trabalhar com as gráficas que já haviam passado o orçamento. Falei que preferia educação antes de qualidade. E ele riu na minha cara e disse que eu era a primeira pessoa que dizia isso pra ele. Eu disse que tinha meus valores.

Ele estava gritando ao telefone, dizendo que eu não sabia o que queria. Eu pedi que ele desligasse o telefone, para que eu não precisasse desligar na cara dele. Mas ele continuou gritando um monte de coisas, que eu não ouvi porque já tinha desligado meus receptores auditivos, e em seguida desliguei o telefone também.


Aí eu fiquei pensando se o mundo não está mesmo acabando. Eu era uma possível cliente dele. E o cara me tratou como...sei lá como. Eu não trato nem empregado, nem bicho nem ninguém desse jeito. Eu acho que o princípio de tudo está na educação. Tratar bem as pessoas independente do que elas precisam ou do que nós precisamos. Mas, segundo o cara da gráfica, só eu penso assim.

Só pra citar outro exemplo de problemas com atendimento ao cliente, outro dia fui com meu digníssimo McDream numa loja do shopping e pedi pra mocinha um moedor de alho e cebola. Ela disse que ia verificar, foi até o balcão falar com a moça do caixa e disse: "Ai, eu queria um leite gelado e..."

E...aí eu parei de ouvir e saí da loja né? Gente, cade o profissionalismo dessas pessoas? Cadê a mãe dessas pessoas? Ninguém mais sabe a diferença entre o lugar de trabalho e a sala de casa? A diferença entre a esposa, a mãe, o cachorro dele que seja, e um cliente?

Pra mim, estamos no fim dos tempos. E é isso por hoje.

Beijo people.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Eu seeeiiii!

Pessoas queridas e não queridas,

Eu sei que preciso postar. A minha vontade de escrever é uma coisa maior do que eu. Parece que eu abandonei um filho quando penso que só postei 5 vezes em 2009. Mas amigos e não amigos, eu não tenho tempo. Não tenho internet. Não tenho casa.

Então tive a idéia de fazer um top 5. Tipo um reprise do Jô quando ele tá de férias? Então...
Mas eu preciso de tempo pra procurar os textos que eu mais gosto. Se vocês quiserem podem ajudar, sugerindo o texto que vocês mais gostaram!

Por hoje é só, pessoas!

Beijo saudoso da Lola

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Tá tudo explicado

Quando eu e meu querido Kio tomamos a decisão de batizar o blog com esse nome, eu não sabia que na verdade dava início ao que poderia chamar hoje de maldição. Sim. Por que? Explico.

A princípio a idéia era reclamar de nossas neuroses amorosas, nossos conflitos internos, nossas crises existenciais e etc. Mas com o passar do tempo, acho que os deuses entenderam que a neurose era com a modernidade. E aí eles me castigaram.

Sim, essa é a minha nova tese mequetrefe. Desculpa a viajada, mas eu preciso encontrar uma razão pro ódio das coisas modernas para com a minha pessoa.

Só atualizando, para depois avançar a história: o meu problema no notebook foi resolvido. Por outro lado, ninguém me ligou da Sony, como prometeram, para dizer se posso trocar o celular que eles escolheram pra mim. Mas eu estou começando a me conformar, porque está difícil viver mudando de chip de 5 em 5 minutos. Algo me diz que isso ainda vai fazer meu celular explodir.

Continuando...: Depois de muitos meses sem internet, consegui, após muitas assembléias ordinárias e extraordinárias em casa, convencer todas as duas pessoas que moram comigo a instalar uma linha telefonica e uma internet rápida. Aí, como nada é fácil nessa vida, a empresa me contou que eu não posso colocar os dois serviços assim, de uma vez. Precisa instalar o telefone e esperar até 2039 pra conseguir instalar uma banda larga.

Como eu já cansei de brigar com empresas de celular, telefone e etc, resolvi aceitar...porque afinal, finalmente teria minha tão sonhada internet - mesmo que não fosse uma coisa imediata, pelo menos havia uma perspectiva de que em um belo dia ensolarado, um cara muito bacana ia fazer com que meu lindo notebook se conectasse novamente ao fantástico mundo virtual.

Eis que, 12 dias depois (eles prometeram 7) chega uma carta me dando parabéns, e afirmando que minha linha telefonica estava instalada. A instalação interna já estava feita...então era só ligar o tel na tomada certo? Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao. Claro que não. Liga na tomada e vai lá ver se funciona...

Aí eu pego o celular - que um dia vai explodir com a troca de chips - e ligo pra empresa de telefonia pra dizer que a coisa não deu certo. Depois de 20 minutos no telefone, a minha colega de apê resolve ligar para o número de telefone que chegou junto a carta, dizendo-se nosso, com a finalidade de ouvir a mensagem "Este telefone não existe" e para que, posteriormente, eu pudesse gritar "rá! tá vendo, não existe!"para aquela pessoa tãaaao inteligente que me atendia pelo telefone.

Porém....o telefone existe sim. Uma criança atendeu e chamou minha amiga de "vovó". Pensamos que podia ser uma incrível ligação para o futuro, quando minha amiga resolveu pedir pra criança chamar o pai dela e descobrimos que a linha existe há 3 meses e eles também tiveram problemas com o número na época da instalação.

Aí fui explicar a situação para a garota-gênio-do-atendimento e ela me transferiu pro setor de cancelamento. No setor de cancelamento me disseram que eu não posso cancelar meu contrato. Preciso cancelar o número de telefone. Mas se eu cancelar meu número de telefone na verdade estarei cancelando o número de telefone de uma família que nada tem com o meu problema.

Então, até agora eu não tenho telefone. Tenho uma linha pseudo-instalada, com um número misterioso, que nem a Telefônica sabe qual é. E eles ainda tentaram me convencer a esperar pelo reparo - que leva até 48 horas - e continuar o contrato.

Ah colega, não sei porque...mas acho que não vale a pena né?!

Então gente...respondam à enquete: a tecnologia me odeia ou é o mundo tecnológico que está muito mequetrefe?

Ficaadúvida.

Beijonãomeligaporquenãotenhotelefone!