terça-feira, 17 de junho de 2008

So cliche

Acabei de assistir "Life or something like it" (Uma vida em sete dias).

Eu já tinha visto há muitos anos. Antes de virar jornalista, um amigo me disse que tinha assistido e lembrado de mim. Fiquei curiosa.

Hoje até senti melhor a semelhança do que há alguns anos. Anos depois acabei virando uma jornalista obcecada por trabalho, mas isso não vem ao caso agora porque já comentei isso agorinha mesmo. Porém, as verdadeiras questões que me incomodam no filme são:

- Por que raios fizeram aquilo no cabelo da Jolie??? Pra que colocar a mulher mais linda da história de capacete num filme?

Os caras conseguiram deixar a mulher feia. Ou pelo menos com cara de comum. E tudo isso pra que? Qual é a idéia que essas pessoas tem de jornalista?!?!?

- Por que toda vez as mulheres precisam escolher entre ter uma vida ou uma vida amorosa??? Alguém pode me explicar??? Hein???


(Lola)

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Diversão garantida!

Primeiro de tudo:

Saindo do forno, o blog do meu GREAT friend, que acredito que deseja permanecer no anonimato: MIM NEM LEU. Se você gosta de neuróticos modernos, vai amar o "Zé" (chamemos assim o meu great anonimous friend). Modéstia às favas, ele afirma que este bloguezinho mequetrefe o inspirou.

Descrição do "produto": "Tudo o que você não precisa saber. Comentários sobre tudo que é irrelevante para sua vida". Precisa falar mais alguma coisa?

Esse é o blog do (meu) momento. Espero que ele escreva sempre. O link já está no "outros livre-pensadores".

Em segundo lugar, vamos de Notívaga Incurável. Meu amigo Rodolfo, condolecido com meu tédio matinal, e diante da possibilidade de que sua amiga (eu) caísse no sono em sua mesa de trabalho, resolveu me mandar esse link, onde tem uma brincadeirinha muito legalzinha, que me entreteu por muitas horas.

A dona do blog diz que colou o post de um blog que entrou por acaso. Então acho que não tem problema colar aqui também.

Crie sua própria Rock Band!


1) acesse esse site e veja o título da primeira página aleatória que aparecer, será o nome da sua banda.

2) vá pra essa outra: as últimas quatro palavras da última frase da página formarão o título do seu disco.

3) acesse essa página do flickr e veja a terceira foto: não importa qual seja, será a capa do seu disco.

Preciso contar que agora eu tenho várias bandas??? Depois de seguir os passos, eu fui montar as capas dos CDs, que divido aqui, com vocês, meus queridos e não-queridos leitores. (Zé, emprestei!)

E se quiser que eu faça a capa do seu CD, pode pedir. É só mandar os nomes e a foto!

Beijos da Lola!



Banda: Banksia Littoralis



Banda: Stoned




Banda: Ghent (essa não é minha, é do Rodolfo. Mas a capa é minha!)




Banda: Flodafors

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Deixa a menina trabalhar em paz, pô!

Não sei quem é o maior culpado por minhas neuroses. Eu mesma ou meu terapeuta?! Hoje é essa a dúvida que vai dormir comigo...

Hoje fui lá bater um papo com o meu querido "desneurotizador", desabafando sobre minha quantidade enlouquecedora de trabalho. Não querendo competir com a rotina da Suzana Werner na Itália (veja no Te Dou Um Dado?), mas tá foda...

E eis que o cara me pergunta "Mas por que você está procurando tanto trabalho?".

Gente. Como assim??? Alguém no mundo pode se dar ao luxo de não procurar muito trabalho???
Tipo assim, se tiver como eu vou ADOURAR ficar sem fazer nada. Ou pelo menos dormir mais cedo. Acordar mais tarde. Almoçar antes das 18h. Sei lá. Tanta coisa legal pra fazer em vez de trabalhar...

Mas o cara encanou com a minha "procura" por trabalho. Talvez por ter uma vida afetiva frustrada? Cláaaro né, beibe! Se eu tivesse um Josh Holloway na minha vida, é claro que eu ia dizer um não pra alguma oportunidade exploradora de trabalhar como um camelo pra ganhar 100 reaus. Mas não tem. Então pra que resistir né, gente???

O que eu não entendi foi: "Qual é o problema exatamente, mesmo?".

Se é um cara trocando a vida social e tudo mais pra ser um alguém na vida, isso é absolutamente normal. Na verdade, é perfeitamente normal o cara que deixa a namorada de lado pra morrer de trabalhar. E eu, super feliz e solteira, tenho que ficar pobre???

Com que dinheiro vou pagar meus luxos se não fizer umas reportagens non sense por vintão?

Valha-me Deus. Não entendi mesmo. To aqui até agora tentando compreender o que tem de mais eu trabalhar demais...

Eu devia ficar em casa me descabelando porque não tenho namorado pra me comprar um presente? Mas por que, se eu posso comprar o que eu querê? E apenas um adendo: acho que amor não se procura. Amor se encontra. Então o que eu devia fazer? Sair na rua desesperada procurando um cara bonito, inteligente, educado, gentil, que goste de música, cinema, livros e conversas infinitas sobre filosofias mequetrefes, quando na verdade estou ganhando dinheiro para poder viajar e fazer cursos onde poderei encontrar pessoas que já estarão pré-selecionadas naturalmente???

Não sei se foi só pra me deixar meio louca que ele levantou uma reflexão sobre isso. Não sei se foi uma coisa meio machista ou se foi algo meio "terapeuta style". O fato é que eu sigo uma das boas filosofias do orkut: "Não fique triste. Fique rica". E apesar de não concordar com a descrição da comunidade, eu acredito no ideal!

Um beijo da Lola muito revoltada com os questionamentos do terapeuta

terça-feira, 10 de junho de 2008

Don't you shiver?

On and on
From the moment I wake,
To the moment I sleep,
I'll be there by your side,
Just you try and stop me,
I'll be waiting in line,
Just to see if you care.

(Lola) - (Ah vá! E tem outra pessoa que posta aqui?)

sábado, 31 de maio de 2008

Sobre a telepatia (de novo)


Alguns amigos desenvolvem tamanha cumplicidade, que chega a beirar telepatia. Dá pra sacar que o amigo precisa de socorro só pelo olhar que ele envia há muitos metros de distância. A gente sabe quando precisa ajudar, ligar, comparecer ou desaparecer. Sabe a diferença de um momento em que só quer confete, por estar com a auto-estima baixa, ou aquele dia que relamente precisa ficar sozinho...

Muitas vezes eu peguei o telefone pra ligar pra uma amiga e percebi a linha muda. Arriscava um "alô?" e era a própria. O negócio nem tocava! Um outro amigo meu sempre me escreve quando penso nele. Não é algo que precisa ser religiosamente cultivado. Apenas acontece. Se desenvolve. Ou sempre esteve lá, e a gente teve a sorte de encontrar alguém com "ligações neurológicas" conosco. Vai saber....

O fato é que isso dificilmente se repete em relacionamentos amorosos. Tudo parece ser em outra língua. Mesmo quando você fala, a outra pessoa entende errado. Quando não diz nada então...meu Jesus bambino, socorro...

Não adianta vir com papo de "homens e mulheres". Minha telepatia funciona muito bem com homens. Lembrem-se que meu círculo de amizades é predominantemente masculino. E as poucas amigas que tenho são sensacionais também, seres incríveis, que admiro demais. Não tenho absolutamente nada contra as mulheres, peloamordedeus, hein! Minha telepatia não é sexista! (Nem eu!).

Mas por que será que a telepatia não funciona com o amor? Que porcaria será que atrapalha as transmissões, hein?

Beijos da Lola, que no momento tenta eliminar as interferências!