Estou em casa botucatuense, com internet a vontade e não me vem uma simples idéia na cabeça. Quem sabe amanhã...ou mais tarde...
No momento só consigo pensar que isso é uma injustiça....
sábado, 30 de agosto de 2008
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Repúdio
Quero manifestar nesse espaço o meu repúdio aos celulares e outros aparelhos modernos que não precisam de fone de ouvido.
Não sei se essa modernisse tem nome. Eu sei que o meu nokia mequetrefe querido não ativa seus auto-falantes sem ter um bendito fone de ouvido plugadinho nele.
Eu adoro música. Eu amo meu ipod genérico, apesar de não andar com ele ultimamente pelo fato de estar sem internet em casa e não ter músicas legais para renovar meu repertório - e também tirei algumas legais pra gravar uns vídeos, e agora não tenho mais as músicas "em mãos" para recolocá-las. Eu acho super válido que um cara super legal divida o seu som com seus amigos que não tem celulares super modernos ou ipods, ou seus derivados. Mas eu não concordo que isso seja feito dentro do ônibus, por exemplo.
Eu não sou obrigada a ouvir a Rihana (como escreve? to com preguiça de procurar no google!) falando do guarda-chuva. E essa ainda eu sei (sei mesmo?) o nome. O pior é quando tenho que ouvir músicas (músicas?) que nunca ouvi antes. Daquelas que você nem entende o que o cara canta, porque provavelmente ele nem está dizendo nada mesmo.
Outro dia eu fui passar uma linda tarde de feriado com o meu great friend no shopping - na época ele ainda saia comigo. hoje, além da gente nem se encontrar (mesmo morando na mesma casa), ele também não sai comigo nas horas vagas. mas isso é tema pra outro post! - e em vez de ter uma tranquila viagem de ônibus de meia hora, tivemos que ouvir os barulhos emitidos pelo celular de um guri, que compartilhava o som com seus 10 amigos e outros passageiros.
"Esse foi seu único azar Lola?" Não amigo, clllaaaro que não. Na volta, algumas horas depois - o shopping ainda estava fechado...só a praça de alimentação estava aberta - os mesmos simpáticos garotos também voltaram no busão conosco! Obaaa! E fomos novamente felizes e contentes ouvindo aquela música (música???) até chegar ao terminal.
Que feriado feliz minha gente!
E agora, voltando de Botuca para Marília, tive a alegria de dividir o conteúdo Rihana (Rihanna? Rihhanna?) do celular da simpática mocinha que sentou na poltrona ao lado.
Eh alegria. Bons eram os velhos tempos.
Beijos da Lola
Ps: desculpem-me por eventuais erros. posto correndo porque não tenho interneteeee
Não sei se essa modernisse tem nome. Eu sei que o meu nokia mequetrefe querido não ativa seus auto-falantes sem ter um bendito fone de ouvido plugadinho nele.
Eu adoro música. Eu amo meu ipod genérico, apesar de não andar com ele ultimamente pelo fato de estar sem internet em casa e não ter músicas legais para renovar meu repertório - e também tirei algumas legais pra gravar uns vídeos, e agora não tenho mais as músicas "em mãos" para recolocá-las. Eu acho super válido que um cara super legal divida o seu som com seus amigos que não tem celulares super modernos ou ipods, ou seus derivados. Mas eu não concordo que isso seja feito dentro do ônibus, por exemplo.
Eu não sou obrigada a ouvir a Rihana (como escreve? to com preguiça de procurar no google!) falando do guarda-chuva. E essa ainda eu sei (sei mesmo?) o nome. O pior é quando tenho que ouvir músicas (músicas?) que nunca ouvi antes. Daquelas que você nem entende o que o cara canta, porque provavelmente ele nem está dizendo nada mesmo.
Outro dia eu fui passar uma linda tarde de feriado com o meu great friend no shopping - na época ele ainda saia comigo. hoje, além da gente nem se encontrar (mesmo morando na mesma casa), ele também não sai comigo nas horas vagas. mas isso é tema pra outro post! - e em vez de ter uma tranquila viagem de ônibus de meia hora, tivemos que ouvir os barulhos emitidos pelo celular de um guri, que compartilhava o som com seus 10 amigos e outros passageiros.
"Esse foi seu único azar Lola?" Não amigo, clllaaaro que não. Na volta, algumas horas depois - o shopping ainda estava fechado...só a praça de alimentação estava aberta - os mesmos simpáticos garotos também voltaram no busão conosco! Obaaa! E fomos novamente felizes e contentes ouvindo aquela música (música???) até chegar ao terminal.
Que feriado feliz minha gente!
E agora, voltando de Botuca para Marília, tive a alegria de dividir o conteúdo Rihana (Rihanna? Rihhanna?) do celular da simpática mocinha que sentou na poltrona ao lado.
Eh alegria. Bons eram os velhos tempos.
Beijos da Lola
Ps: desculpem-me por eventuais erros. posto correndo porque não tenho interneteeee
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Flores e cinema
Hoje recebi flores no trabalho. Pela segunda vez, meu trabalho vale flores. Já contaria três anos sem recebê-las, não fossem por algumas reportagens...
O fato de receber flores me fez lembrar que nunca as ganhei dele. Aquele cara que por tanto tempo andou do meu lado, de mãos dadas. E agora ainda anda do meu lado, mas sem segurar na minha mão. A razão é meio nebulosa, mas tudo bem. Eu gosto de andar do lado dele mesmo assim.
O engraçado é que o fato de receber flores me fez pensar nele ainda mais. Mesmo que as flores nada tenham a ver com ele. Mesmo que eu nunca as ganhe dele.
Outra coisa mais engraçada foi ver o nome do filme que eu queria ver com ele há 10 meses no caderno B do estadão. O filme resiste bravamente ao amor despedaçado. Está lá gritando na minha cara que ele dura tanto tempo em cartaz quanto o tempo que ele não segura a minha mão.
Mas eu entendo que ele está lá resistindo, esperando o dia que a gente vai pra lá de mãos dadas assisti-lo.
Beijos da Lola-louca (ainda sem internet em casa hein, gentes?)
O fato de receber flores me fez lembrar que nunca as ganhei dele. Aquele cara que por tanto tempo andou do meu lado, de mãos dadas. E agora ainda anda do meu lado, mas sem segurar na minha mão. A razão é meio nebulosa, mas tudo bem. Eu gosto de andar do lado dele mesmo assim.
O engraçado é que o fato de receber flores me fez pensar nele ainda mais. Mesmo que as flores nada tenham a ver com ele. Mesmo que eu nunca as ganhe dele.
Outra coisa mais engraçada foi ver o nome do filme que eu queria ver com ele há 10 meses no caderno B do estadão. O filme resiste bravamente ao amor despedaçado. Está lá gritando na minha cara que ele dura tanto tempo em cartaz quanto o tempo que ele não segura a minha mão.
Mas eu entendo que ele está lá resistindo, esperando o dia que a gente vai pra lá de mãos dadas assisti-lo.
Beijos da Lola-louca (ainda sem internet em casa hein, gentes?)
sábado, 9 de agosto de 2008
Oi genten!
Isso que é boa memória. Depois de quase dois meses eu lembro o login e a senha.
Quero comunicar os queridos leitores (se é que alguém ainda lê, depois do "abandono") que este blog ainda existe.
Porém, como o Kio o abandonou de fato e a Lola (eu) mudei de cidade (!) em julho e ainda não consegui instalar internet em casa, não consigo postar.
Agora estou postando em um momento (muito raro) de ócio no trabalho. E só passei para dar satisfação ao querido leitor.
Mil (para compensar) beijos da Lola
Quero comunicar os queridos leitores (se é que alguém ainda lê, depois do "abandono") que este blog ainda existe.
Porém, como o Kio o abandonou de fato e a Lola (eu) mudei de cidade (!) em julho e ainda não consegui instalar internet em casa, não consigo postar.
Agora estou postando em um momento (muito raro) de ócio no trabalho. E só passei para dar satisfação ao querido leitor.
Mil (para compensar) beijos da Lola
quarta-feira, 25 de junho de 2008
É verdade, gente
"O acaso tem seus sortilégios, a necessidade não. Para que um amor seja inesquecível, é preciso que os acasos se encontrem nele desde o primeiro instante como os pássaros nos ombros de São Francisco".
Milan Kundera
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