quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Clarice, I love you

"Isto não é um lamento. É um grito de ave de rapina, irisada e intranqüila."

(Um sopro de vida)

Ps: Crianças, não entrem em pânico. Titia está bem, só achou a frase bonita ouquei? Beijos!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Reflexões induzidas

Comentário recebido em post passado me fez pensar. É, realmente. A ausência (quase) total de uma vida amorosa, apesar da advertência do I Ching (old habits die hard...), é uma boa justificativa para a ausência de neuroses.

Porém, isso não é justificativa para a ausência de filosofias...

Como o final de semana que passei em casa teve intenções exclusivamente introspectivas, me reservei o direito de não criar teorias mequetrefes. Mas agora, como todo bom neurótico, vivo novamente o dilema de ter várias idéias (e até algumas neuroses, visto que, apesar de idolatrar o I Ching, tenho sérios problemas para seguir conselhos), e não ter tempo e nem computador com internet disponível quando tenho tempo para postar.

Resolvi passar por aqui rapidamente só para fazer uma sessão descarrego, antes de sair do jornal (23h30) (observação: acho que o relógio do blog está errado).

Beijius e abracius

sábado, 30 de agosto de 2008

Injustiças da vida

Estou em casa botucatuense, com internet a vontade e não me vem uma simples idéia na cabeça. Quem sabe amanhã...ou mais tarde...
No momento só consigo pensar que isso é uma injustiça....

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Repúdio

Quero manifestar nesse espaço o meu repúdio aos celulares e outros aparelhos modernos que não precisam de fone de ouvido.

Não sei se essa modernisse tem nome. Eu sei que o meu nokia mequetrefe querido não ativa seus auto-falantes sem ter um bendito fone de ouvido plugadinho nele.

Eu adoro música. Eu amo meu ipod genérico, apesar de não andar com ele ultimamente pelo fato de estar sem internet em casa e não ter músicas legais para renovar meu repertório - e também tirei algumas legais pra gravar uns vídeos, e agora não tenho mais as músicas "em mãos" para recolocá-las. Eu acho super válido que um cara super legal divida o seu som com seus amigos que não tem celulares super modernos ou ipods, ou seus derivados. Mas eu não concordo que isso seja feito dentro do ônibus, por exemplo.

Eu não sou obrigada a ouvir a Rihana (como escreve? to com preguiça de procurar no google!) falando do guarda-chuva. E essa ainda eu sei (sei mesmo?) o nome. O pior é quando tenho que ouvir músicas (músicas?) que nunca ouvi antes. Daquelas que você nem entende o que o cara canta, porque provavelmente ele nem está dizendo nada mesmo.

Outro dia eu fui passar uma linda tarde de feriado com o meu great friend no shopping - na época ele ainda saia comigo. hoje, além da gente nem se encontrar (mesmo morando na mesma casa), ele também não sai comigo nas horas vagas. mas isso é tema pra outro post! - e em vez de ter uma tranquila viagem de ônibus de meia hora, tivemos que ouvir os barulhos emitidos pelo celular de um guri, que compartilhava o som com seus 10 amigos e outros passageiros.

"Esse foi seu único azar Lola?" Não amigo, clllaaaro que não. Na volta, algumas horas depois - o shopping ainda estava fechado...só a praça de alimentação estava aberta - os mesmos simpáticos garotos também voltaram no busão conosco! Obaaa! E fomos novamente felizes e contentes ouvindo aquela música (música???) até chegar ao terminal.

Que feriado feliz minha gente!

E agora, voltando de Botuca para Marília, tive a alegria de dividir o conteúdo Rihana (Rihanna? Rihhanna?) do celular da simpática mocinha que sentou na poltrona ao lado.

Eh alegria. Bons eram os velhos tempos.

Beijos da Lola

Ps: desculpem-me por eventuais erros. posto correndo porque não tenho interneteeee

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Flores e cinema

Hoje recebi flores no trabalho. Pela segunda vez, meu trabalho vale flores. Já contaria três anos sem recebê-las, não fossem por algumas reportagens...

O fato de receber flores me fez lembrar que nunca as ganhei dele. Aquele cara que por tanto tempo andou do meu lado, de mãos dadas. E agora ainda anda do meu lado, mas sem segurar na minha mão. A razão é meio nebulosa, mas tudo bem. Eu gosto de andar do lado dele mesmo assim.

O engraçado é que o fato de receber flores me fez pensar nele ainda mais. Mesmo que as flores nada tenham a ver com ele. Mesmo que eu nunca as ganhe dele.

Outra coisa mais engraçada foi ver o nome do filme que eu queria ver com ele há 10 meses no caderno B do estadão. O filme resiste bravamente ao amor despedaçado. Está lá gritando na minha cara que ele dura tanto tempo em cartaz quanto o tempo que ele não segura a minha mão.

Mas eu entendo que ele está lá resistindo, esperando o dia que a gente vai pra lá de mãos dadas assisti-lo.

Beijos da Lola-louca (ainda sem internet em casa hein, gentes?)