terça-feira, 23 de setembro de 2008

Da série "Coisas que não podemos ter"


Pois é galere. Inventaram a Barbie da Angelina Jolie. E eu quero. Só que o mundo é mau, e o bacana do Noel Cruz fez o favor de criar apenas um exemplar. Observação: já foi vendido no ebay. É pra morrer ou pra matar?



Beijocas

LPs

"como é que eu me meti nessa, como é que eu saio dessa, quem disse que eu quero sair dessa, esquecer isso tudo, derreter, morrer, agradecer à nossa senhora da pequena morte e dormir uma dormidinha daquelas antes de começar tudo de novo. e de novo. e de novo e de novo, até ele perceber que não há saída senão se entregar e se entregar sabendo que tudo nos espera"
(Clara Averbuck)

Isso aqui virou um depósito de frases de outras pessoas. Eu não escrevo mais. Mas é pura falta de tempo, juro. Idéias não faltam. E esse trecho do "Nossa Senhora da Pequena Morte", novo livro da Averbuck, parece com o sentimento que eu tive outro dia. Não comparo os textos. Só as sensações.

Eu vi esse trecho porque estou ajudando a escrever uma matéria sobre vinis. Sabia do lançamento do livro-LP da Clara Averbuck e fui buscar informações no adios lounge. Lá estava esse trecho e rolou uma identificação imediata.

Muitos beijos aos queridos e não queridos fiéis leitores.

sábado, 20 de setembro de 2008

Resumo da ópera

Meu roteirista é um cretino. Sem vontade de escrever novos capítulos para a neurótica de plantão, se contenta em reprisar os episódios das primeiras temporadas a exaustão. Enquanto isso eu vou enlouquecendo. Um pouco mais.

Não adianta mudar o cenário. Os atores. A trilha sonora. As histórias continuam as mesmas. As histórias continuam as mesmas. As histórias continuam as mesmas.

Apesar de ter toda a parte boa, essa estabilidade me desanima. Não tem graça viver sabendo onde se vai chegar. De novo, e de novo, e de novo...

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Freud explica?

Sonhei com Clarice Lispector.

Ela, vestida de bailarina, com uns 15 anos, me dizia que ia escrever seus últimos livros pra mim. Procurei-os no sebo, mas não achei.

(Ficadica para presente de dia das crianças. Pode ser o último ou qualquer outro que eu não tenha)

Fulgaz

Sinto-me acolhida. Rendida. Abraçada. Querida. Encontrada. Aninhada. Protegida. Confortada.
Vestígios de um encontro desencontrado, que poderia virar um livro. Um quase quase quase alguma coisa que ninguém vai descobrir o que foi, o que é e o que teria sido.


A foto fica muito mais bonita na moldura do platonismo.

Mais devaneios na próxima edição!